<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515</id><updated>2011-07-29T04:51:16.375+01:00</updated><category term='Comunicação Empresarial'/><category term='ESCS'/><category term='Czech Dream'/><category term='AM'/><category term='Documentário'/><category term='Publicidade'/><category term='Relações Públicas'/><category term='Comunicação Social'/><category term='Macbook'/><category term='Mac'/><category term='RP'/><category term='CE'/><category term='Windows'/><category term='Apple'/><category term='iMac'/><category term='Intel'/><category term='OS'/><category term='OS X'/><title type='text'>A Ópera Acabou</title><subtitle type='html'>Sobre comunicação social, design, meios técnicos e outras mentiras.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>bambayuque</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06168262821165402704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/_v-lB8YoFWSQ/Ss4k0guGA3I/AAAAAAAAADE/FOBqIKV4cSA/S220/CIMG7261.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-6707178970197831787</id><published>2008-03-29T21:41:00.004Z</published><updated>2008-04-20T02:24:53.504+01:00</updated><title type='text'>Os Contrastes Entre o Pensar e o Ser...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No espaço do blog dedicado as outras mentiras...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine o tão sonhado fim de curso…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você investe anos, passa horas e horas envolvido no universo dos livros, conhece pessoas encantadoras, ouve professores e mais professores, questiona-se se escolheu o caminho certo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De repente, você terminou o tão sonhado curso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que rumos incertos estão a sua espera?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sonha com o emprego, o tão sonhado emprego que lhe dará a oportunidade de realizar o seu lado profissional e de colocar tudo que aprendeu em prática. Este famoso emprego será responsável pela realização dos seus sonhos. O carro, a casa, enfim…o plano material que poderá se realizar com o tão famoso emprego…Enfim, independência!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na realidade os planos na nossa vida esbarram-se no tal sonhado curso superior. Acredita-se sempre que ele será o responsável por assegurar o tão sonhado futuro brilhante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por mais que se fale no curso superior, poucos são os privilegiados em ter acesso ao mesmo. Por outro lado, ter o tão sonhado curso não é garantia de que o mundo fora da universidade está de braços abertos para recebê-lo. Porque por mais complicado que seja, o mundo que exige tanta formação também não está preparado para receber todos da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, os sonhos associados a graduação podem continuar a espera de serem realizados, no entanto, aprender continua sendo um grande caminho que de alguma forma encontra a realização.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-6707178970197831787?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/6707178970197831787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=6707178970197831787' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6707178970197831787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6707178970197831787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2008/03/os-contrastes-entre-o-pensar-e-o-ser.html' title='Os Contrastes Entre o Pensar e o Ser...'/><author><name>rofirstflower</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-502961564372020938</id><published>2007-12-01T04:05:00.000Z</published><updated>2007-12-03T00:56:07.851Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Czech Dream'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCS'/><title type='text'>Documentário: Czech Dream</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt;&lt;em&gt;"As pessoas gostam de ser persuadidas…”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ceskatelevize.cz/specialy/ceskysen/en/index.php?load=aktualne" target="_blank"&gt;&lt;img style="width: 370px; height: 274px;" src="http://pranks.com/blog/wp-content/uploads/2007/07/czech-dream350.jpg" alt="Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O filme “&lt;a href="http://www.czech-tv.cz/specialy/ceskysen/en/index.php" target="_blank"&gt;Sonho Checo&lt;/a&gt;” (Czech Dream - Cesky sen) nos traz um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;reality show&lt;/span&gt; de dois estudantes de cinema que preparam seu trabalho final com uma abordagem polémica: O poder de persuasão da propaganda nas pessoas e o consumismo alienado. Assim, eles criam as peças publicitárias, slogans e músicas para um hipermercado chamado “Sonho Checo” que não existe e não existirá. Depois convidam todo mundo para a grande inauguração e assistem a reacção das pessoas ao ver que não existe hipermercado nenhum.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Girando em torno desse tema central, somos levados a reflectir sobre o quão verdadeira é a voz da publicidade, quanto estão nos enganando com propagandas aproveitando essa onda de consumismo exagerado. Teoricamente existe uma ética a ser seguida ao tentar vender o nosso produto, não podemos enganar ou trapacear os consumidores, clientes e eleitores. Mas na prática isso não se aplica. Por um lado pela impunidade, pelo outro pela ganância.&lt;br /&gt;Eles mentiram sobre algo que nem existiu, mas quantas vezes nos sentimos enganados por produtos que são reais?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A frase no começo deste texto, falada por um dos profissionais de propaganda no filme, é verdadeira principalmente para aqueles que sabem persuadir. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nós podemos convencer os outros pelas nossas razões, mas só os persuadimos com as deles&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E realmente a persuasão eficiente é aquela que apela para o egoísmo, ambições, invejas, ciúmes, paixões, dores e arrependimentos das pessoas, demonstrada pelas obras de Shakespeare. A República Checa, que há pouco vivia em filas para comprar comida, está vivendo um sonho de consumo com a abundância de acesso a supermercados, movido pela vontade de consumir da população&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O mundo é seu, então pegue, tudo o que você precisa é querer, não seja preguiçoso, venha e pegue um carrinho de compras. Não estrague tudo, deixe o Sonho Checo começar…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Obs: Eu tenho o filme, a malta da ESCS que quiser, manda-me mail!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-502961564372020938?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/502961564372020938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=502961564372020938' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/502961564372020938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/502961564372020938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/12/documentrio-czech-dream.html' title='Documentário: Czech Dream'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-5797237660048395449</id><published>2007-09-03T02:44:00.000+01:00</published><updated>2007-11-25T00:00:16.897Z</updated><title type='text'>11 Tendências para o Design de Logomarcas</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: right; font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"eu não sei viver com o modismo"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O site &lt;a href="http://www.logoorange.com/logo-design.php" target="_blank"&gt;logoorange.com&lt;/a&gt; publicou um interessante &lt;a href="http://www.logoorange.com/logo-design.php" target="_blank"&gt;artigo&lt;/a&gt; com as tendências da “moda 2007″ para o desenho de logomarcas. É isto mesmo. Logomarca é uma coisa que fica velha e sai de moda. Não é atoa que de tempos em tempos as empresas revitalizam ou modificam suas marcas. Veja o exemplo maçã da Apple. Antes era toda colorida. Agora tem um   efeito de volume e cristal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.logoorange.com/upload/apple.gif" alt="logo_apple.gif" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esse estilo de vidro com reflexo e efeito de volume em 3D está na moda. Empresas de tecnologia como a Apple e a Microsoft já modificaram o estilo de suas marcas diversas vezes. No site &lt;a href="http://www.logotwo.com/" target="_blank"&gt;www.logotwo.com&lt;/a&gt; você encontra muitas logomarcas com estilo web 2.0&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Algumas coisas que o artigo destaca como sendo uma tendência 2007:&lt;br /&gt;Reflexos, transparências, figura de pessoas,  figuras de ondas de transmissão,  retângulos, veja mais detalhes no artigo:&lt;a href="http://www.logoorange.com/logo-design.php" target="_blank"&gt;http://www.logoorange.com/logo-design.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Veja alguns &lt;a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;amp;raiz=3482&amp;amp;cr=1&amp;amp;ps=1&amp;amp;kw=logomarca" target="_blank"&gt;livros sobre logotipo, marcas, logos, etc.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes de fazer uma logo, procure alguém que realmente saiba o que está fazendo. As logomarcas podem ter prazo de validade dependendo do negócio em que a empresa está envolvida, já outras não mudam, como a coca- cola. Uma logo é como uma foto no BI (pt) ou numa Carteira de Identidade (br). Pode até não dizer quem tu és de verdade, mas te apresenta muito bem. Uma logo deve ter conceito, não se pega em algumas fontes com estilo e se mete em cima um desenho e "já está", necessário mais,.. é preciso estudo e perícia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-5797237660048395449?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/5797237660048395449/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=5797237660048395449' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/5797237660048395449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/5797237660048395449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/09/11-tendncias-para-o-design-de.html' title='11 Tendências para o Design de Logomarcas'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-3624882468695949585</id><published>2007-07-14T01:40:00.000+01:00</published><updated>2007-12-03T00:59:33.440Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação Empresarial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação Social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Públicas'/><title type='text'>Relações Públicas, Comunicação Empresarial, afinal o que somos?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Podemos dizer que muitos acreditam que nascemos fazendo relações públicas, que é um nascer formado numa profissão. Se não nascemos e passamos a vida como médicos, porque RP é tão fácil ser e fazer? Será que esta ideia se faz pelo desconhecimento que temos diante do que envolve a simplicidade do nome?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apresentamos Grunig aos que andam pelo mundo nascendo RPs. A “atividade do Relações Públicas é planejar, implantar e desenvolver o processo total da comunicação institucional da organização como recurso estratégico de sua interação com seus diferentes públicos e ordenar todos os seus relacionamentos com esses públicos, para gerar um conceito favorável sobre a organização, capaz de despertar no público credibilidade, boa vontade para com ela, suas atividades e seusprodutos”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poderia pensar no poder do Marketing em relação aos produtos e a sua promoção, enfatizando a marca. Relações Públicas envolve-se da marca pela identidade da organização e na filosofia que envolve este universo da empresa, a preocupação das RPs é fazer com que a imagem transmitida seja igual a imagem percepcionada pelo público. Pretendemos alcançar as mentalidades e criar relações entre a organização e os seus públicos, assim podemos favorecer a permanência da organização e encontrar suporte para as ações implementadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece-nos tão familiar este simples nome. Será que pensamos nas relações que estabelecemos publicamente, ou quem sabe, nas pessoas que recepcionam nas discotecas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fugindo das pessoas que não estudam mas que entram nas discotecas e como não encontram um conceito para definir a sua profissão, escolhem o “sonhado” Relações Públicas, nos deparamos com Comunicação Empresarial. Sim, a opção por um nome mais luxuoso em que os leigos pensam nas empresas e logo valorizam a profissão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivemos num mundo onde a palavra “Comunicação” envolve o nosso dia-a-dia, somos vítimas dos conceitos, usamos livremente as palavras e mal sabemos o que determinadas palavras significam. “Empresarial” parece importante, atribuímos status ao mundo dos negócios porque somos mesmo vítimas dos conceitos, somos escravos das palavras que consideramos mais importantes que outras. Por que as Relações Públicas são marginalizadas por certas pessoas? Isso continua a ser fruto do “nascer RP”? Parece desta forma, que não estamos livres dos desenganos de quem não conhece a profissão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Querem nos atribuir o curso de Comunicação Empresarial ou querem nos atribuir o Relações Públicas? Diante de tantas dúvidas, resolveram nos atribuir os dois. Como ficam os RPs das discotecas? Que grande preocupação! Os formados passam a ser duas coisas e os que nasceram passam a ser uma só? Não sabemos o que o “mundo” das celebridades está estudando para este caso, sabemos apenas que no mundo dos pobres mortais é necessário estudar para se ter uma profissão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O nosso mágico templo ainda é a faculdade, as horas dedicadas a leitura e aos trabalhos escolares. Nascemos para ser o que desejamos, mas somos conscientes de que precisamos estudar para ter um diploma e um “nome” colado a nós, somos produtos da sociedade e recebemos as etiquetas com o código de barras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estas etiquetas nos envia com algum conhecimento para o mercado de trabalho, pouco diante do mundo cheio de novidades e de grandes transformações, mas conhecemos alguns nomes e eles quem sabe nos ajudarão na busca do melhor caminho para resolver os conflitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não se pretende criticar quem se nomeia RP sem formação, pretende-se que cada um seja capaz de reconhecer o que envolve a profissão e que tenha liberdade para atribuir o nome que quiser, mas que não se esqueça que as etiquetas da sociedade devem encontrar o lugar certo para que as mesmas sejam atribuídas. Se a universidade não forma RPs, por que existem as universidades? Então vamos usando as palavras, brincando com os nomes e sendo o que desejamos ser, mas vamos assim mantendo nossa liberdade e usando indevidamente o que não nos pertence por direito. Podemos pensar no risco que representa se desejarmos num instante nos tornarmos médicos, já pensou o perigo que um simples desejo, um nome, pode fazer na sociedade?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pretendemos gerar discussão, dar informação para aprendizagem e para a reflexão. Mostrar um pouco do que significa Relações Públicas e aprender mais e mais. Não sabemos tudo, ainda bem que não o sabemos, assim geramos troca de informação e aumentamos o nosso conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já que o “mundo dos nomes” envolve o homem como um ser cada vez menos pensante, podemos mudar o significado das nossas ações, dirigir melhor os nossos comportamentos e nos tornarmos “uma coisa muito melhor que simplesmente homens”. Vamos ao resgate do homem = ser pensante. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-3624882468695949585?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/3624882468695949585/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=3624882468695949585' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/3624882468695949585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/3624882468695949585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/07/relaes-pblicas-comunicao-empresarial.html' title='Relações Públicas, Comunicação Empresarial, afinal o que somos?'/><author><name>rofirstflower</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-8929384204610982318</id><published>2007-07-09T16:11:00.000+01:00</published><updated>2007-12-03T01:03:18.167Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OS X'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mac'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iMac'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Windows'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Macbook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apple'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AM'/><title type='text'>Why Don't You Get a Mac?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou “Por que você não troca para um Mac”. Esta é a nova (nem tanto) provocação da Apple em relação aos PCs. No entanto a Apple rendeu-se aos processadores Intel. Boa decisão? Talvez como estratégia de marketing (atrair novos usuários, custos reduzidos no preço final). A verdade é que para os usuários dos antigos Macs a mudança não é tão positiva. Os antigos Macs são muito mais estáveis em comparação aos novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou usuário mac desde 2004 e tenho um iMac G4 e um MacBook intel, as diferenças são muito grandes no que toca a estabilidade do sistema operativo. Nunca tive problemas com  o Finder (Explorer.exe nos PCs) em meu iMac, no entanto quando a mudança de hardware aconteceu o OS (sistema operativo) foi redesenhado para a nova arquitectura (Intel) e não sei se foi pelos prazos à cumprir mas, o OS redesenhado traz alguns bugs (imperfeições), coisa que não acontecia antes. No entanto sua performance consegue ser superior em programas de edição avançada como o PhotoShop (edição de imagem), Cinema 4D (edição de 3D), Final Cut Pro (edição de vídeo) e alguns outros. Porém os antigos usuários não estão satisfeitos por não ter a mesma confiança que tinha com os G4 e G5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parágrafos anteriores falam evidentemente do OS X 10.4 ou Tiger como são conhecidos os sistemas operativos Mac. A novidade é o tão esperado OS X 10.5 ou Leopard que teve um atraso considerável porque a Apple preferiu ocupar-se com o iPhone. O Leopard será lançado em Outubro e poderá surpreender os utilizadores dos antigos Macs se tiver sido corrigido o problema da estabilidade do Mac Intel. Já tive a oportunidade de testar o Leopard (versão Beta) no Mac Intel e digo desde já que mais uma vez a Apple tem um sistema operativo indiscutivelmente inovador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto espaço de tempo que consegui ter o Leopard no meu computador, pude conferir as novas funcionalidades, mas ainda tive problemas com os mesmos bugs que encontrava no intel. Apesar disto continuo a trabalhar apenas em Macs e não penso em trocar para PC porque a integração do hardware Apple com o Mac Os é algo que ainda não vi num PC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quer trocar o PC pelo Mac o meu conselho é: não agora. Talvez devamos esperar por uma estabilidade do Mac Intel ou comprar um G5 usado (particularmente não gosto de comprar usados). A Apple tem vindo a ganhar muita notoriedade ultimamente mas penso que seja talvez para encobrir seus erros recentes e ganhar cada vez mais quota nos mercados europeu e asiático. Não tinha tido conhecimento que a Apple estivesse tão em voga como na actualidade, ainda não sei até onde isso pode ser considerado positivo para uma marca que construiu seu conceito pensando na diferenciação de todas as outras e a sensação de status de quem tinha um Mac seria uma pessoa “cool”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de “popularizado” o Mac ainda tem certos inconvenientes para o utilizador de PC que queira trocar para um Mac, como por exemplo, a manutenção que mesmo a utilizar a mesma arquitectura de um PC, o Mac ainda tem placas com versões próprias para Mac e os produtos e acessórios Apple são sempre mais caros, embora haja marcas de periféricos especializadas em Mac, os preços ainda não são os melhores. Outra desvantagem seria a compatibilidade entre Mac vs Pc, apesar da Microsoft fazer programas para o Mac e a Apple fazer programas para PCs, quando há trocas de ficheiros (que contenham acentos no nome) entre os dois, os acentos perdem-se e ficam simplesmente impossível, muitas vezes a leitura, os programas que existem para os Macs, embora sejam muitos, não se compara à quantidade destes para PCs, particularmente tive problemas em conseguir certos softwares para estudar porque simplesmente não existiam para Mac.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto a diferença entre um Mac e um PC (considerando tudo o que foi dito acima) está no sistema operativo, mas ainda assim, o OS da Apple é muito mais rápido e funcional. Como já conseguem perceber eu prefiro o Mac OS em relação ao Windows. Porque apesar do que está a acontecer com a Apple actualmente o Windows ainda apresenta muito mais falhas ao nível operacional, como por exemplo, a instabilidade e a quantidade de bugs, mas não vou falar sobre o Windows porque deixei de ser utilizador há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis com este texto mostrar em curto espaço de tempo a sensação de se ter um Mac para quem nunca teve a oportunidade de manusear o computador de uma empresa que aposta em diferenciação seja do design (cada produto tem um design inovador), na própria inovação (o Mac tem funcionalidades que são impossíveis de se ter no Windows) e até mesmo experimentação (ao trabalhar num Mac consegue-se realmente uma nova experiência de utilização de um computador).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-8929384204610982318?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/8929384204610982318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=8929384204610982318' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/8929384204610982318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/8929384204610982318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/07/why-dont-you-get-mac.html' title='Why Don&apos;t You Get a Mac?'/><author><name>bambayuque</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06168262821165402704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/_v-lB8YoFWSQ/Ss4k0guGA3I/AAAAAAAAADE/FOBqIKV4cSA/S220/CIMG7261.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-7973582569692970614</id><published>2007-07-05T17:25:00.000+01:00</published><updated>2007-08-21T04:18:38.166+01:00</updated><title type='text'>Piaget, Vygotsky  e os Miúdos na Publicidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; color: rgb(153, 255, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;“&lt;i style=""&gt;O Brasil, como os demais povos de sua categoria, não conta senão como massa inerte de manobra, não é senão parcela insignificante num todo imenso em que se dilui e desaparece..."&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Caio Prado Jr.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se considerarmos que a publicidade não é aleatória, mas pesquisada e profundamente estudada, diríamos que justamente por que conhece a criança e os seus estágios de desenvolvimento é que ela é tão eficiente e eficaz. As agências de publicidade, antes de lançar qualquer produto, fazem pesquisas junto ao seu target, inclusive o público infantil. Além disso, contratam psicólogos e pesquisadores do comportamento, para traçar o perfil do consumidor, portanto são profundos conhecedores do género humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estruturou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget"&gt;Piaget&lt;/a&gt;, os estágios de desenvolvimento são: sensório-motor, objetivo-simbólico ou pré-operatório, operacional concreto e operacional abstracto ou formal. No início do segundo período, objetivo-simbólico ou pré-operatório, que compreende aproximadamente entre 2 a 6 ou 7 anos, surge a função simbólica, ou seja, ela surge entre 2 e 4 anos de idade. É o início da interiorização dos esquemas de acção na representação. Após os 4 anos, o raciocínio dominante é o da intuição; a criança raciocina e dá explicações baseadas nas intuições e percepções e não na lógica. Por essa razão, muitas vezes ela encontra na fantasia, a compreensão do mundo real. Ao se tornar adolescente, ela é capaz de distinguir o real do possível e fazer julgamentos através da lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a fantasia é importante para a criança e se a função simbólica se desenvolve na fase pré-operatória, a publicidade dirigida para essa faixa etária é repleta de fantasia, para que haja a identificação da criança com o produto, para que a criança assimile esse produto, e haja interacção sujeito – objecto. A publicidade quer, nada mais, nada menos, que haja a relação da criança com o produto, que a criança passe a desejar esse produto. Aparentemente a propaganda parece uma coisa extremamente manipuladora, sob um aspecto mais comercial e lucrativo; a publicidade está manipulando os desejos das pessoas, provocando esses desejos e, consequentemente, provocando o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fantasia pode ser importante ainda para desenvolver o juízo moral na criança, pois existe uma relação entre afectividade e cognição. Da mesma forma que compreende o mundo real através da fantasia, ela pode aceitar as regras morais como aceita as regras do jogo e da brincadeira. Para Piaget, a educação moral (dada pelos pais e outros membros da sociedade, inclusive professores), é voltada para a criança controlar seus desejos e sentimentos em favor do grupo, isto é, a sua vontade não pode prejudicar o grupo. O desenvolvimento moral é paralelo ao desenvolvimento do raciocínio lógico, portanto a compreensão do certo e errado se dá também através da razão. A afectividade move a acção ao mesmo tempo que a razão identifica sentimentos e desejos e busca êxito nas acções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vimos, Piaget é essencialmente epistemológico e seu enfoque é construtivista; para ele, o desenvolvimento não depende da aprendizagem, ocorre “de dentro para fora” do sujeito e o professor deve ser apenas um “facilitador”. Desse ponto de vista, a publicidade pode ter o papel de facilitador na compreensão do universo, pois se utiliza da fantasia.•&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos conceitos de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky"&gt;Vygotsky&lt;/a&gt;, as funções psicológicas superiores dependem da aprendizagem, são as que envolvem, por exemplo, consciência, intenção e planeamento. O homem nasce equipado com características próprias, mas é o animal menos dotado para sobreviver, necessita dos cuidados de alguém experiente. A internalização é o processo em que fatos e fenómenos exteriores se transformam num processo intrapessoal, interior, ou seja, uma actividade externa é reconstruída internamente. A internalização é possível através da mediação de outros (adultos ou crianças maiores) com o sujeito através da aprendizagem. Por isso, diferentemente de Piaget, para Vygotsky o desenvolvimento ocorre mediante a aprendizagem, ele depende da aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade, para atingir o seu público-alvo, o seu target, passa pelo processo de internalização e utiliza instrumentos da sedução e da retórica, conquistando e facilitando a apreensão pelo sujeito, tanto adulto quanto infantil. São instrumentos simples e fáceis de serem assimilados, despertando os órgãos do sentido e a memória e, com a repetição, acabam fazendo parte do repertório do sujeito. Por exemplo, o logótipo da McDonald’s tantas vezes apresentado a cada comercial, já é reconhecido por crianças que mal sabem falar, o M estilizado da empresa já faz parte do repertório infantil, em diversos lugares do mundo, onde existem lojas da rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro conceito importante para esse autor é o da zona de desenvolvimento proximal. Muito antes de frequentar a escola, a criança já está no processo de aprendizagem. Entre o nível de desenvolvimento real (como ela está hoje) e o desenvolvimento potencial (o que ela virá a ser ou onde poderá chegar), existe a zona de desenvolvimento proximal. A escola deve justamente reconhecer essa zona, essa distância, e desenvolver actividades a para promover o aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao meu entender, a publicidade consegue captar essa zona de desenvolvimento proximal e servir como agente facilitando o desenvolvimento potencial; ela muitas vezes substitui o adulto, despertando o desejo de comer um sanduíche ou uma salsicha, ou de brincar com determinado jogo ou com bonecos de plástico. Na realidade, a propaganda estimula o desejo e o consumo de valores e objectos numa sociedade específica. Vygotsky também considera sempre a sociedade específica em que vive o sujeito e a sua cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto do ponto de vista piagetiano quanto do olhar de Vygotsky, a publicidade é um factor de mudança e influencia o desenvolvimento e o processo de aprendizagem da criança, porque faz parte da cultura. Ela não só se utiliza da cultura, para estimular o consumo, mas transforma a cultura, é um agente transformador. A publicidade e, a propaganda mais ainda, causam transformação de hábitos, de costumes e de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a publicidade objectiva gerar lucros, ela usa de um conhecimento bastante interessante, que é o desejo do adulto: status, poder e sexo. Ela faz a mesma coisa com a criança. Qual é o estímulo que a criança recebe? No nascimento ela recebe estímulos e condições para comer e dormir. A comida tem um papel extremamente importante na vida dela, inclusive do ponto de vista psicológico – aquele que alimenta (a mãe) é o provedor de subsistência, de carinho, é a figura poderosa e muito importante psicologicamente. Depois ela passa para a fase do brinquedo, tudo passa a ser muito colorido, ela passa a ser estimulada a brincar por que o objectivo é a sua socialização. Qual é o objecto de desejo e de poder para essa criança? Ter, comer aquilo que é chic, que é moderno, que é diferente e que os outros ainda não fizeram, e possuir brinquedos como forma de status também. É por isso que ela gosta da McDonald’s, quer ir à Disney e quer brinquedos como os Pokémons, ela quer estar socialmente aceita e pessoalmente satisfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não estamos num beco sem saída. Se a publicidade consegue estimular o consumo, provocar o lucro e tem o poder de transformar a cultura, significa que ela tem um grande poder. E esse poder pode ser usado de várias formas. Professores e alunos podem conhecer todos os mecanismos da publicidade, apropriar-se deles e construir com criatividade prol de suas necessidades e interesses. Precisamos então, compreendê-la melhor e usá-la de uma maneira a promover o ser humano e não a mecanizá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não percebo se sou um crítico ou um sonhador, mas existem possibilidades muito grandes de contribuição não só da publicidade como da comunicação social em geral, para a reactivação de nossa cultura e restabelecimento da dignidade dos povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 204, 204);font-size:85%;" &gt;Obs: Vygotsky e Piaget não são especialidades minhas, por tanto, podem haver erros de interpretação das suas ideais e conceitos. Este texto foi inspirado pela minha ultima prova de Teoria e História da Publicidade e mais algumas coisas lidas pela Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-7973582569692970614?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/7973582569692970614/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=7973582569692970614' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/7973582569692970614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/7973582569692970614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/07/o-brasil-como-os-demais-povos-de-sua.html' title='Piaget, Vygotsky  e os Miúdos na Publicidade'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-1745615840833806668</id><published>2007-06-24T14:50:00.000+01:00</published><updated>2007-08-21T04:34:01.098+01:00</updated><title type='text'>Movimento I @45° N. 180° W</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Esse blogger, como podem perceber mudou de nome, algumas partes deste texto já não fazem sentido, apesar do conceito geral do site permanecer o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;“…quem julga que é fácil, experimente levitar sobre o Tejo…”&lt;br /&gt;J.P. Simões do Quinteto Tati&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando comecei a entender um pouco mais de Publicidade e Marketing, comecei a também dar valor ao “conceito” das coisas, - mas o que vem a ser conceito? – Conceito é a intenção da ideia que se expressará, pelo menos no meu entender, pois ele é tão importante para você, que sem ele, você passaria ao lado da real percepção de uma música, capa de um álbum, um livro, uma fotografia, um quadro, pois qualquer um pode ver beleza num jogo de cores, em algumas das palavras bem arranjadas, mas o dito conceito, nem todos estão aptos a perceber, por isso antes de criar esse BLOG, tive que delimitar os conceitos dele, achar algo que fosse importante para mim, que me fosse bom de expressar aqui, algo que minha sensibilidade tivesse vontade de gritar, ou mesmo de falar baixinho, ou seja, mostrar a visão da mistura do meu “BACKGROUND” cultural, somado as coisas que tenho sido ultimamente exposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se todos conseguirem entender o porque desse nome, perceberão porque no subtítulo fala sobre “… e outras mentiras”. Não é que seja a minha intenção falar mau destes estudos ou mesmo ciências (?). Ora bem… Vamos as explicações, (risos!): “THE OPERA IS OVER”, ou seja “A Opera Acabou”, a frase provem de um fragmento de uma música à qual gosto muito, “Eighteen People Living In Harmony” do “DREDG”, em seu disco “EL CIELO”(2002), acho que como tenho o objectivo de falar da publicidade de uma maneira mais crítica, penso que com alguma intimidade com a “cena” em questão, quando uma opera acaba, os seus personagens desaparecem, restando apenas os actores/cantores, que nada mais são que homens e mulheres, a realidade, a vida quotidiana, comem pão, bebem café, tem uma pia entupida em casa, enfim, todos os artistas são gente como nós, tem problemas com a vizinha de cima, ou já ficaram bêbados, (menos o Papa, pelo que sabemos, se bem que não sei se ele é um artista, apesar de ser pop). Mas enfim, tudo isso foi para dizer, que nesses códigos de “HTML” aqui, tenho ficado bastante à vontade para falar de Comunicação, Marketing e já dita Publicidade, de uma maneira ainda pobre, verdade, mas também, bastante sincera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao endereço do BLOG, você pode ver o “WHYUCRYPENGUIN”, que em português seria, “Pinguim, por quê choras?”, sobre isso não falo muito, direi apenas que no vídeo de outra música que gosto, “OF THE ROOM” também do DREDG, há um pinguim perdido de sua dona (?), numa cidade grande, que acaba por ser a forma metafórica que me vejo, um sujeito assentado em uma realidade, que apesar de não muito diferente da que nasci, é diferente, não por ser culturalmente diferente, não por ser inóspita, mas sim por está enfrentando um mundo agora, sem companhia de amigos, com um apoio ilimitado de uma quantidade limitada de parentes, sem a segurança dos braços da mãe ou do pai. Desse lado do Atlântico, a vida por vezes é fria, mas pode se tornar ainda mais, para quem assim a quer. Foi desse jeito que me tornei esse pinguim, no meio do meu deserto. Mas não é de todo mal, existe aqui gente muito boa, que espero saudades em breve, se é que me entendem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fiz este “BLOG” para meus amigos, nenhum deles estuda Comunicação Social (haja vista que são pouco mais que 5), nem tenho pretensão de ser um escritor assíduo disto aqui, nem tão pouco me transformar no &lt;a href="http://www.ogmandino.com/"&gt;Og Mandino&lt;/a&gt;, pois muitos destes escritos até são trabalhos da &lt;a href="http://www.escs.ipl.pt/"&gt;faculdade&lt;/a&gt;, que consoante a nota que me foi dada, os coloco aqui, algumas chegam aos 16 valores, mas maior parte margeia os 14, o que na escala de 0-20, não é mal. É uma forma de exercitar a minha escrita, é uma forma de espalhar minhas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Vermelho"&gt;ideias vermelhas&lt;/a&gt; (risos!), e sobre tudo, de mostrar que a Comunicação Social poderia muito bem ser matéria (in BR) ou cadeira (in PT) obrigatória nos anos de estudo do secundário, tão importante quanto Português ou Matemática. Pois quem detêm a informação, tem o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Espero não escrever muito mal, tentarei ser simples e não ser chato, espero também, que vocês me dêem (e lá vem outra palavra em inglês) algum “FEEDBACK”, pois se estiver sendo meio chato, preciso então melhorar, quero obter a perfeição, quero ser totalmente chato. Lembrem-se também, que algumas destas “ideias” podem estar erradas, pois ainda sou apenas um estudante. Agora falta-me pouco para escrever as malditas &lt;a href="http://i59.photobucket.com/albums/g286/dinfernandes/conceitoem800.jpg?t=1182694368"&gt;800 palavras&lt;/a&gt; a que um texto técnico deve ter. Logo mais escreverei sobre o conceito (científico) do conceito (questão). Acho que este assunto é um bom tema. Agora faltam apenas dez palavras, acabo por aqui e digo: Fiquem com a paz e bebam Coca-Cola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-1745615840833806668?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/1745615840833806668/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=1745615840833806668' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1745615840833806668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1745615840833806668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/06/movimento-i-45-n-180-w.html' title='Movimento I @45° N. 180° W'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-4479005091614718765</id><published>2007-06-22T04:46:00.000+01:00</published><updated>2007-06-22T04:51:33.704+01:00</updated><title type='text'>Existe uma Língua no Pensamento?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; color: rgb(102, 255, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Não é preciso entender de óptica para ver bem..."&lt;br /&gt;Bacon&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de ler o texto, responda a si mesmo a pergunta-título. Será que você, falante nativo do português, pensa em português? Será que o falante nativo do russo pensa em russo? Ou será que existe uma outra maneira para a ocorrência do pensamento e ele é "traduzido" por nós quando falamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descartes diz que o que nos diferencia dos animais é a linguagem e a partir dela ele chegou a conclusão de que nós possuímos um espírito, uma contra parte interior que nos tira da categoria de autómatos. Em outras palavras, é através da linguagem que transmitimos nossos pensamentos, é essa contra parte interior que nos faz diferentes das máquinas que por comandos tem acções e reacções relativamente previsíveis ou "calculáveis". Chomsky, próximo da ideia de Descartes vai dizer que uma das principais funções da linguagem é a expressão do pensamento. Em nenhum momento, porém, os autores dizem que linguagem e pensamento são a mesma coisa. Se não me engano, Piaget e Vigotsky dizem algo sobre a natureza  do pensamento e da linguagem e que ambos provém de "lugares" diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, eis a proposta do texto: linguagem e pensamento não são a mesma coisa. Nós certamente não pensamos em nossa língua nativa. Pense na seguinte situação: Você acorda e percebe que está com fome/ Pensa em tomar café com leite e pães de queijo, mas lembra que você comeu todos eles na noite anterior/ Você teria de sair de casa para comprar mais/ Então, você decide não ir até o supermercado/ Escolhe comer outra coisa ou apenas tomar o café. Toda essa seqüência de decisões demoraria um bocado se fosse articulada sentença por sentença em sua língua nativa. Nós geralmente pensaríamos essas coisas sem articular frases em português.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Segundo Pinker, em seu ótimo livro O Instinto da Linguagem, acreditar que nós pensamos na nossa língua é um absurdo convencional. E dá um óptimo exemplo: "Todos tivemos a experiência de enunciar ou escrever uma frase, parar e perceber que não era exactamente o que queríamos dizer. Para que haja esse sentimento, é preciso haver um ‘o que queríamos dizer’ diferente do que dissemos". Quantas vezes não pensamos com frequência sobre um determinado assunto, mas na hora de falar sobre ele não conseguimos articular as palavras? Ou seja, não conseguimos traduzir do mentalês (definição de Pinker) para o português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a hipótese de que a linguagem e o pensamento estejam ligados e esta ideia está ligada a Sapir e a Whorf. Eles afirmam que é uma determinada língua que direcciona o nosso pensamento. Por exemplo, falantes da língua Wintu têm que colocar um ou outro sufixo em seus verbos para marcar 1) se o conhecimento que estão transmitindo foi aprendido por observação direta ou 2) se foi aprendido por "ouvir dizer". Mas isso não significa muito, pois será que os falantes do inglês, português ou espanhol não sabem se aprenderam algo por observação directa ou por terceiros? Claro que sabem. A língua, sendo Wintu ou não, não altera o nosso modo de pensar/ver a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinker trás alguns exemplos de pensamento sem linguagem: bebés, seria um deles, não podem pensar com palavras. Macacos muito menos, pois não tem capacidade para aprendê-las. Portanto, a língua do pensamento seria essa espécie de mentalês - que nos faz diferentes dos animais e das máquinas, que nos faz não-autómatos. E se é verdade que não existe tradução perfeita, faz sentido que existam alguns de nossos pensamentos que são melhores quando guardados connosco, quando não afirmados ou expressados. Mas aí, a discussão sai do campo da linguística e da proposta deste texto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-4479005091614718765?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/4479005091614718765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=4479005091614718765' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/4479005091614718765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/4479005091614718765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/06/existe-uma-lngua-no-pensamento.html' title='Existe uma Língua no Pensamento?'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-9124422442963394382</id><published>2007-06-21T23:44:00.000+01:00</published><updated>2007-06-24T17:48:36.106+01:00</updated><title type='text'>A Semiótica e a Maldita Comunicação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;"...Maldito seja o sol, ó Diana..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;SEMIÓTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto teoria, a semiótica realça a comunicação como geradora de significação. Com ela, constitui-se um novo conjunto de conceitos: signo, significação, ícone, índice, denotação, conotação, paradigma, sintagma. No centro está o signo. Ao estudo do signo chama-se semiótica, que compreende: 1) signo, 2) códigos ou sistemas, 3) cultura – presta atenção ao texto; considera o receptor ou leitor como possuidor de um papel activo. O signo é algo físico, perceptível aos nossos sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque considero importante a inclusão desta ciência nas indústrias culturais, incluo aqui elementos principais de textos pertencentes a Ferdinand de Saussurre, Adriano Duarte Rodrigues (1991), Roland Barthes (1981) e Charles Sanders Peirce (1978). Uma aplicação prática é o estudo das primeiras páginas dos jornais e dos seus títulos principais [a propósito ver o livro de &lt;a href="http://www.quarteto.pt/olivro/default.asp?PnIDLivro=274"&gt;Dinis Manuel Alves (2003). Foi você que pediu um bom título?&lt;/a&gt; Coimbra: Quarteto].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferdinand de Saussure (1857-1913)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessou-se pela linguagem e pela relação entre um signo (a palavra) e os outros signos. Para Saussure, o signo é uma realidade psíquica com duas faces, um objecto físico com um significante e um significado. O signo consiste, assim, num significante (imagem do signo; marca no papel ou elemento acústico) e num significado (conceito mental a que ele se refere).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saussure definiu dois modos dos signos se organizarem em códigos. O primeiro é o paradigma, conjunto de signos donde se escolhe aquele que vai ser utilizado. O segundo é o sintagma, mensagem na qual os signos escolhidos se combinam. Exemplo: a ementa num restaurante. A estrutura da ementa tem uma entrada, um prato de carne ou peixe e uma sobremesa (o paradigma ou sistema). Dentro de cada um destes três elementos existe uma variedade de opções. Assim, cada cliente combina-as numa refeição; o pedido feito ao empregado é um sintagma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Duarte Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor tem uma atitude pedagógica quando distingue sinais e signos. Para ele, o sinal é o impulso que desencadeia um processo de transmissão com uma resposta adequada (casos dos termostatos no aquecimento central ou no frigorífico). Daí a informação enquanto medida estatística da probabilidade de ocorrência de um dado acontecimento. O estudo do sinal pertence ao limiar inferior da semiótica [estamos ainda no domínio da teoria matemática da informação]; por isso, estuda o código, o ruído e a redundância. Há ainda um limiar superior da semiótica, a concepção do mundo [Weltanschauungen], o domínio do mítico e do ideológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor situa o campo semiótico no meio desses dois limiares e define semiótica “como objecto de estudo as componentes expressivas ou significantes das manifestações culturais”. Mas, ainda segundo Rodrigues, toda a acção humana é significante, expressiva, pelo que a semiótica se serve do estudo de disciplinas como a sociologia, a economia ou a história. A semiótica é, assim, também o “estudo do arranjo, da organização específica que as manifestações do sentido apresentam”; ela é do domínio dos signos, entidades que se referem e/ou designam as coisas sob o modo de representação ou da cópia. Os signos possuem uma significação (ordem do conceito que permite compreender uma série de entidades particulares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Duarte Rodrigues, como o faria Roland Barthes, parte de Ferdinand de Saussure, o pai da linguística, o qual se propôs distinguir entre parole (acto individual da fala) e langue (aspecto colectivo). A langue é de natureza institucional, arbitrária (fundada numa convenção) e linear (desenrolada no tempo). A língua constitui-se em dois tipos de relações: paradigmáticas e sintagmáticas. Além disso, uma aparente contradição mutável/imutável do signo linguístico resolve-se na oposição do aspecto sincrónico do sistema e a sua evolução diacrónica. Alguns destes temas seriam mais desenvolvidos no texto de Barthes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Roland Barthes (1915-1980)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este autor compara signo, sinal, índice, ícone, símbolo e alegoria, referindo a simultânea aproximação e distinção. Ora, o signo remete para a relação de dois termos ou elementos [relata] que implicam ou não a representação psíquica de um deles, a analogia, a imediatez do estímulo e resposta, a coincidência e a ligação. Deslocando-se para a figura do “pai fundador”, Saussure, este definiu signo como a união de um significante e de um significado, de uma imagem acústica e de um conceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do signo linguístico enriqueceu-se com o princípio da dupla articulação: 1ª articulação – unidades significativas, dotadas de sentido (palavras ou monemas), 2ª articulação – unidades distintivas, que participam na forma mas não têm um sentido (sons ou fonemas). A dupla articulação dá conta da economia da linguagem humana. O plano dos significantes constitui o plano de expressão e o dos significados o plano de conteúdos, ou a forma e a substância (obtido de empréstimo em Louis Hjelmslev).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o significado, Saussure marcou a sua natureza psíquica, chamando-lhe conceito: o significado da palavra boi não é o animal boi, mas a sua imagem psíquica. O significante é um termo puro, pois não se pode separar da definição de significado. A substância do significante é sempre material (sons, objectos, imagens). Há signos verbais, gráficos, icónicos e gestuais. O signo é talhado (biface) de sonoridade ou visualidade. A significação é um processo ou acto que une o significante ao significado e cujo produto é o signo. Na língua, o significado está atrás do significante e só pode ser atingido através deste: Se (significante)/So(significado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um valor no signo, com dois termos: se se modificar um dos seus termos, modifica-se o sistema. Esses termos ou planos de valor no signo são: 1) sintagma, 2) associação (paradigma) [sistema, na linguagem de Barthes]. Cada termo fixa o seu valor da oposição com os que estão antes e depois. Na cadeia de palavras, os termos reúnem-se presencialmente. É o plano dos sintagmas. No plano das associações, as associações têm entre si coisas em comum, formam grupos em que existem relações diversas. Para Saussure, o sistema é uma série de campos associativos, ou determinados por afinidades de sons ou de sentido. A organização interna de um campo associativo ou paradigma chama-se oposição, relação ou correlação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem humana, por ser duplamente articulada, comporta duas espécies de oposições – distintivas (entre fonemas) e significativas (entre monemas). Qualquer sistema de significação comporta um plano de expressão (E) e um plano de conteúdo (C). Há um plano de denotação e um plano de conotação. Um sistema conotado é um sistema cujo plano de expressão é ele próprio constituído por um sistema de significação. A sociedade desenvolve-se a partir do sistema da linguagem humana, sistemas segundos de sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosa a comparação de Saussure: cada unidade linguística é semelhante à coluna de um edifício antigo; essa coluna mantém uma relação real de contiguidade com outras partes do edifício (relação sintagmática). Se a coluna for dórica somos levados a compará-la com outras ordens arquitecturais, o jónico ou o coríntio (relação associativa, paradigmática ou sistemática). O plano associativo aproxima-se da língua como sistema; o sintagma aproxima-se da fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Elementos de semiologia (1981), editado inicialmente em 1964, Barthes definiu a semiologia como tendo “por objecto qualquer sistema de signos, sejam quais forem a sua substância ou os seus limites: as imagens, os gestos, os sons melódicos, os objectos e os complexos dessas substâncias que encontramos nos ritos, nos protocolos ou nos espectáculos constituem, senão «linguagens», pelo menos sistemas de significação”. Barthes ordenou os elementos fundamentais da semiologia em quatro rubricas: 1) língua e fala; 2) significante e significado; sistema (ou paradigma) e sintagma; 4) denotação e conotação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o estudo do discurso dos media, dois desses binómios foram essenciais: significante/significado e denotação/conotação. A denotação é a significação óbvia, de senso comum, do signo. A conotação é quando o signo se encontra com os sentimentos e emoções dos utilizadores e com os valores da sua cultura. Numa fotografia, a denotação é aquilo que é fotografado; a conotação é a forma como algo é fotografado. A conotação é arbitrária e específica de uma cultura. Em O óbvio e o obtuso (1984:14-15), Barthes escreveu: “Qual o conteúdo da mensagem fotográfica? O que é que a fotografia transmite? Por definição, a própria cena, o real literal. (…) Existem outras mensagens sem código? À primeira vista, sim: são precisamente todas as reproduções analógicas da realidade: desenhos, pinturas, cinema, teatro. Mas, efectivamente, cada uma destas mensagens desenvolve de uma maneira imediata e evidente, além do próprio conteúdo analógico (cena, objecto, paisagem), uma mensagem complementar, que é aquilo a que se chama vulgarmente o estilo da reprodução; trata-se, então, de um sentido segundo, cujo significante é um certo «tratamento» da imagem sob a acção do criador, e cujo significado, quer estético, quer ideológico, remete para uma certa «cultura» da sociedade que recebe a mensagem. Em suma, todas estas «artes» imitativas comportam duas mensagens: uma mensagem denotada, que é o próprio analogon, e uma mensagem conotada, que é o modo como a sociedade dá a ler, em certa medida, o que pensa dela”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[leituras: Roland Barthes (1981). Elementos de semiologia. Lisboa: Edições 70 (originais de 1964); Roland Barthes (1984). O óbvio e o obtuso. Lisboa: Edições 70 (original de 1982)].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles Sanders Peirce (Écrits sur le signe, 1978: 147-165) (não vim em português ainda, mas tem e há em inglês por ai )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o filósofo e lógico Peirce (1839-1914), um signo ou representante é o primeiro elemento de uma relação triádica que estabelece ligação a um segundo elemento chamado objecto e que pode determinar um terceiro elemento chamado interpretante, que também se relaciona com o objecto. O signo ou representante é aquilo que substitui qualquer coisa por alguém, isto é, significa na ausência. O interpretante é o conceito mental do utente do signo, seja orador ou ouvinte. Descodificar é uma actividade tão importante como codificar. Peirce produziu três tipos de signo (1978: 148-165).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os signos dividem-se em ícones, índices e símbolos. Um ícone é um substituto de uma coisa a que se assemelha. Uma mensagem material como um quadro é um elemento convencional no seu modo de representação. As fotografias são elementos icónicos. A fotografia no BI (in Pt) ou Carteira de Identidade (in Br) é um elemento icónico que me representa. Um índice é um elemento de autenticidade. Um relógio indica-nos as horas. Um barómetro com baixa pressão e o ar húmido são índices de chuva próxima. Diz-se que não há fumo (índice) sem fogo (realidade). Um índice é uma representação que reenvia para o seu objecto não pela semelhança ou analogia, mas porque há uma ligação dinâmica. O símbolo é uma réplica ou materialização de uma palavra pronunciada. A bandeira nacional ou um sinal do código de estrada são símbolos. Um símbolo é um signo próprio para declarar que o conjunto de objectos denotados por um conjunto de índices que se lhe associam. Um símbolo não indica uma coisa em particular, denota um género de coisa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-9124422442963394382?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/9124422442963394382/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=9124422442963394382' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/9124422442963394382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/9124422442963394382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/06/semitica-enquanto-teoria-semitica-reala.html' title='A Semiótica e a Maldita Comunicação'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-2640498511918082584</id><published>2007-06-04T10:38:00.001+01:00</published><updated>2007-06-22T13:56:25.112+01:00</updated><title type='text'>O2O na Política</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-size:85%;" &gt;"One Two One, argh!..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Viver sem marketing? Impossível! O marketing faz parte da nossa vida e é quase legítimo dizer que todos os passos que damos são, de algum modo, influenciados por técnicas de marketing. As pessoas começaram a ganhar consciência de que é mais fácil passar mensagens estruturadas e específicas para quem se quer dirigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;«O melhor exemplo de marketing O2O são os namorados porque dizem aquilo que o outro quer ouvir e quando não dizem há pequenas discussões. As pessoas vivem uma para a outra e cada uma "vende" aquilo que tem para vender e a melhor maneira de vender é sabendo, porque já estudou, aquilo que o outro compra».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;(Eduardo Madeira Correia)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No marketing político, temos primeiro de perceber que a grande diferença que existe é a de que se está a pensar com um candidato e não num produto, mas basicamente as técnicas são as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando nós vendemos um detergente dizemos que ele tira melhor as nódoas, faz mais branco e que dá menos trabalho na lavagem. No caso do político dizemos que ele tira melhor as nódoas porque é incorruptível, faz mais branco porque sabe o que quer e dá menos trabalho às pessoas porque podem confiar nele. No fundo, as mensagens e as técnicas são rigorosamente as mesmas com destinatários diferentes", explica Eduardo Madeira Correia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, também é possível identificar técnicas de marketing O2O na política. O marketing O2O dos políticos é feito quando eles fazem as visitas e falam com as pessoas uma a uma e tentam resolver os problemas um a um. Os políticos cada vez mais dirigem-se aos consumidores com mensagens estruturadas, procurando despertar no consumidor um reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é ficar a pensar que o político Z conhece o meu problema, enquanto consumidor. A sua campanha é uma resposta a esse problema. Neste caso, possivelmente, o político tem o meu voto porque ele foi capaz de identificar o meu problema e encontrar solução - dirigiu-se a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta forma de pensar nas campanhas é marketing O2O. Outro exemplo dado por Madeira Correia refere-se aos comícios ingleses. Nestes, "as pessoas fazem perguntas e a resposta dos políticos é para aquela pergunta e para aquela pessoa - isto é marketing O2O. Responder e dar satisfação à necessidade manifestada por uma pessoa. Os ingleses são especialistas no marketing político O2O porque, como têm os deputados por círculos uninominais, eles vão visitar as pessoas a casa e fazem isso desde tempos imemoriais. Ainda não se falava em marketing O2O, mas já se praticava. Iam a casa das pessoas e perguntavam quais eram os problemas e comprometiam-se a resolvê-los. Tal como fazem os padres nas províncias. A tradição é, na Páscoa, o padre ir visitar os seus paroquianos. Os paroquianos visitam o padre durante o ano todo e, na Páscoa, o padre vai a casa de cada um e deve mostrar que conhece a vida dos paroquianos para conseguir "vender" a sua fé e a religião. Este é um exemplo de marketing O2O".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-2640498511918082584?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/2640498511918082584/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=2640498511918082584' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2640498511918082584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2640498511918082584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/06/o2o-na-poltica.html' title='O2O na Política'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-6464204679114137525</id><published>2007-05-21T18:56:00.000+01:00</published><updated>2007-05-21T18:58:03.734+01:00</updated><title type='text'>Condições Sociais da Exclusão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-size:85%;" &gt;“…é preciso enfrentar seriamente o problema da&lt;br /&gt;diversidade sociocultural dos estudantes”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem algumas limitações relativamente altas nas instituições, no que diz respeito a capacidade de contribuir para a melhoria da condição social das culturas menos privilegiadas na hierarquia dos recursos culturais। Esse quadro vem a se agravar nas comunidades rurais, em bairros de habitação social e locais de concentração de famílias portadoras das marcas da desqualificação aguda, somados ao despreparo de alguns dos agentes educacionais, que não foram minimamente preparados para estás situações, o panorama somente piora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de toda essa diversidade cultural que coabita no país, urge a necessidade de serem repensados os métodos educacionais. O insucesso escolar acaba por ser fomentado por essa pluralidade. O método generalista estabelecido não consegue envolver a todos e põem à margem dessa educação alguém que não se reconhece em meio às figuras que encontra nos livros. Muitas vezes este aluno é envolvido numa perspectiva pré-concebida, onde a certeza de seu fracasso parte do próprio agente educacional. Por achar que esse aluno é incapaz, “tratá-lo-á de maneira diferente que aquela adoptada para com os demais” tornando-se assim factor de alta influência neste insucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois fica prioritário atacar os princípios estruturados que regem as relações de poder entre as classes, nomeadamente as desigualdade das condições de aprendizagem. Que beneficiam alguns e detrimento de outros. Tornando largo as paredes que dividem o trabalho intelectual do trabalho braçal. Pois aqueles que pertencem a cultura corrente, transitam sem muitos problemas pelo período escolar, por reconhecer-se no método, tem maiores oportunidades no mercado de trabalho. Pois os índices de desemprego são significantemente menores entre os possuidores de um diploma académico, do que entre os que abandonam a escola ou mesmo aqueles que tem uma escolaridade obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de um resultado, a sociedade arma-se com soluções de efeito duvidoso que trabalhadas ao curto prazo, permanecem longe de dar um resultado satisfatório. Ficam então conhecidos dos filhos, a mesma fórmula que um dia excluiu os seus pais. A engrenagem do fracasso acaba persistindo por gerações, fazendo com que os jovens sejam expostos ao, quase certo, desemprego ou, que transite de emprego em emprego sem segurança ou qualquer outra certeza. Esses são postos de lado pela sociedade, numa quantidade sempre crescente. É necessário reformular políticas de relacionamento interculturais que possibilitem um maior equilíbrio entre as classes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-6464204679114137525?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/6464204679114137525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=6464204679114137525' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6464204679114137525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6464204679114137525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/05/condies-sociais-da-excluso.html' title='Condições Sociais da Exclusão'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-1043566004489979416</id><published>2007-05-04T13:46:00.000+01:00</published><updated>2007-05-04T13:55:35.396+01:00</updated><title type='text'>Vendendo Experiências para o Cliente</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#99ff99;"&gt;Tell me and I’ll forget,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#99ff99;"&gt;Show me and I might remember,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#99ff99;"&gt;involve me and I’ll understand.&lt;br /&gt;(Benjamin Franklin)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;‘30 Dias ou seu dinheiro de volta!’&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora os velhos conceitos de marketing ainda sejam bastante funcionais, tornaram-se tão básicos que muitas vezes não conseguem auxiliar uma organização no alcance dos seus objectivos. Pois, apesar da teoria do marketing tradicional focar-se no cliente, na prática muitos destes conceitos focam-se apenas no produto. Na contramão dessa ideia nasce a vertente do Marketing Experiencial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que é mais interessante neste tipo abordagem é que, o produto é posto a prova, pois é inserido no quotidiano do cliente na tentativa que este absorva-o transformando o seu uso em um hábito, uma necessidade ou mesmo nos casos mais extremos, parte importante da sua vida. Tomemos como incasável exemplo, os iPod’s da Apple. Aqui foram usadas, abordagens da experiência focada no usuário e na situação de uso (que transmite a ideia de um estilo de vida simples e dotado de um certo charme) e considera o quanto as pessoas podem ter emoções por produtos tecnológicos que pensam nos clientes.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maioria das empresas ainda buscam apenas um consumidor e pouco se preocupam com a sua experiência, como um cliente que consome. Isto é, o serviço muitas vezes nem é tão ruim, mas a manutenção dos contactos com clientes são raros, e o Customer Relationship Management é muito básico para ser considerado uma relação. Ao mesmo tempo sabemos como é importante a satisfação do cliente e como isso interfere na fidelização e no valor de longo prazo que ele terá para nós.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi no ambiente virtual dos computadores, onde Marketing Experiencial foi primeiro implementado, hoje já encontramos complexos sistemas operacionais para computador em formato ‘Live CD’. Que não precisam ser instalados em nossas máquinas, funcionam apenas a partir do CD Room, a exemplo do Ubuntu Experience. Grande número de outros programas em modelo ‘30-day trial’, nos permitem seu uso em uma versão ‘free’ num determinado tempo, que é geralmente de 30 dias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sucesso desta Modalidade de Marketing não fica só no mundo virtual. Empresas do ramo de telecomunicações, calçados e até automóveis a muito perceberam que este é hoje uma dos melhores caminhos para passar directo do estágio da venda para a fidelização, já que a experimentação aconteceu antes. Uma óptima solução, haja vista que os produtos têm ficado cada vez mais iguais entre si, a experiência causada por este processo pode ser a unique selling proposition deles. Oferecidos em formato ‘tryal’, ou Test Drives, amostras grátis e de outros vários modos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas tudo deve ser feito de maneira estudada e fundamentada, que para que a não crie impressões erradas do seu produto/serviço, enfim, o importante é analisar se é conveniente utilizar todos os fornecedores de experiência, ou só alguns. Assim sendo, devemos estudar se é preciso gerar uma experiência holística ou mesmo específica. A segmentação adequada também é um tema que precisa ser analisado: às vezes, é necessário gerar experiências diferentes pois os grupos não são uniformes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-1043566004489979416?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/1043566004489979416/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=1043566004489979416' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1043566004489979416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1043566004489979416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/05/vendendo-experincias-para-o-cliente.html' title='Vendendo Experiências para o Cliente'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-2216526550336965742</id><published>2007-05-03T12:17:00.000+01:00</published><updated>2007-05-04T13:56:55.691+01:00</updated><title type='text'>O Futuro da Televisão e a Televisão do Futuro</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,255,153);font-size:85%;" &gt;A televisão na era digital: Ciclo de debates universitários &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;A Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa, recebeu no dia 27 de Março, o Ciclo de Debates Universitários sobre a Televisão na Era Digital, no âmbito das comemorações dos 50 anos da RTP. Com as participações do Ministro dos Assuntos Parlamentares, Dr. Augusto Santos Silva e do Dr. Almerindo Marques, Presidente do Conselho de Administração da RTP. O debate tem início com a comunicação do Prof. Doutor Francisco de Campos intitulada “IPTV: A televisão para um novo estilo de vida”. Os comentários ficam a cargo de Dr. Francisco Mascarenhas, director de engenharia e tecnologias da RTP, e de Dr. Jorge Wemans, director da RTP2 numa vertente mais tecnológica em relação aos conteúdos. E finalmente como moderador, Dr. André Sendin, professor da ESCS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Dr. Augusto Santos Silva:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Augusto Santos Silva, expôs o conceito de que o aparecimento da Televisão Digital Terrestre (T.D.T.) poderá trazer não só uma revolução para a televisão, mas também para os hábitos comunicacionais existentes. O Ministro foi claro em dizer que a era digital traz consigo consequências que podem vir a mudar a maneira como são transmitidos e prestados os serviços de comunicação social. A exemplo do que se passa pelo contexto europeu, a televisão em Portugal está diante de uma nova possibilidade de mostrar os seus produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças residem no facto que a “União Europeia iniciou uma revisão cirúrgica da legislação sobre a televisão nos seus estados membros”. Os serviços de comunicação audiovisuais ‘modernos’ passam-se a integrar no conceito tradicional de televisão. Com a chegada dos serviços ADSL, ocorreu a possibilidade de surgimento de canais dos mais variados formatos de conteúdo. E ainda na internet, temos a oportunidade de utilizarmos uma televisão, programada para vermos o que queremos, quando e como entendermos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa multiplicação de conteúdos está a caminho de ser colocada sobre o mesmo conjunto de leis que hoje regem o formato da comunicação social já estabelecido. Segundo Dr. Silva, a mutação tecnológica presente não implica o abandono de todas as políticas públicas e funcionais do sector, algumas delas devem ser apenas adaptadas para que se contextualizem.&lt;br /&gt;Mas o que pode haver de novo nessa política pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Modificações necessárias na matéria de regulação dos direitos de entrada no audiovisual: hoje faz-se por licenciamento ou autorização – por parte de uma instituição independente do estado mas com nomeação governamental – os canais de acesso livre (foram licenciados) ou outros – de serviço público – são concessão e os da rede cabo são apenas autorizados. Estas barreiras se fazem sentido para os fins de bens públicos, deixarão de fazer sentido no caso dos conteúdos disponíveis na Internet.&lt;br /&gt;Proposta: quando os serviços televisivos são transmitidos através da Internet (através de registo aberto) terão apenas de se registar, sem qualquer barreira à entrada. Mas no exercício da actividade de televisão, deverá haver uma neutralidade tecnológica, com igualdade de tratamento jurídico quando aos seus conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministro, as normas reguladoras serão diferentes consoante a natureza e a plataforma desses canais. As obrigações gerais referem-se aos canais generalistas de cobertura nacional (aí a lei deve ser um pouco mais exigente). Teremos também uma legislação mais flexível no caso dos canais temáticos e que não têm uma cobertura nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será preparado um concurso para a televisão digital terrestre: por isso, será necessário mudar as leis; mas o governo não tem ainda a urgência em aprovar uma lei quanto aos serviços não lineares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;1. Pelo acordo Geral entre os ministros da União Europeia. Caberá à presidência portuguesa no segundo semestre terminar a directiva comunitária para a lei da televisão digital terrestre;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;2. Política pública para a comunicação social: o analógico em TV vai terminar. O compromisso europeu é que as emissões analógicas terminem até 2012. Mas a TV que ocupa o espaço hertziano é o que garante o acesso total gratuito e só o poderemos desligar quando houver digital para todos e principalmente, o direito de acesso à informação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;3. Sobre a política de concorrência: a T.D.T. terá um acesso semelhante ao que vemos na TV hoje. Em Portugal, deverá aparecer um operador para concorrer com a Rede Cabo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo do concurso: modelo separado – dois concursos – um para a atribuição para a atribuição da licença de transmissão e outro para a selecção de PayTV. Vantagem deste modelo separado: tornar a operação Multiplexer de canais generalistas totalmente independente. Para que a TV digital terrestre tenha vencimento é muito importante que os actuais operadores de TV estejam nesta era digital. É muito importante que os nossos operadores ‘históricos’ se modernizem, aderindo a esta nova era digital e, principalmente, o operador público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Francisco Mascarenhas:&lt;br /&gt;Na intervenção do Dr. Eng. Francisco Mascarenhas, pode-se observar a vertente tecnológica deste seminário. Fomos expostos a uma explicação sobre o caminho que a RTP traçou para se preparar para a nova era da televisão. Pois tendo a distribuição do sinal de Televisão como ferramentas a radiodifusão, os satélites, o cabo, a própria Internet e o sistema ADSL, a dita TV do ‘futuro’ terá como canais de distribuição apenas o Satélite; o cabo; a Internet, o sistema ADSL e a TV móvel. Os programas serão distribuídos por: VHS DVD; iPod; Pay Per View; Video on demand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Dr. Mascarenhas, nós teremos muitos e variados métodos de chegar ao receptor e que precisamos nos perguntar: Como é que poderemos viver neste mundo competitivo?&lt;br /&gt;1. Apostar na presença dos seus conteúdos em todos (ou quase todos) os meios de difusão.&lt;br /&gt;2. Garantir a diversificação e actualidade dos seus conteúdos, adequando-os aos meios de difusão utilizados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdos:&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;1. Estúdios de produção de Programas e Informação (com meios adequados; adoptando meios produtivos com alta eficiência e meios económicos);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;2. Produção de preços competitivos e tecnologia que facilite a interoperabilidade com os novos meios de difusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;3. Cadeia de produção baseada em servidores e redes de alto débito;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;4. Garantir uma correcta gestão da mudança (há que adequar todos os meios);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;5. Investir, por isso, na formação e requalificação dos seus trabalhadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RTP tem apostado na adaptação de todos os conteúdos para a televisão do futuro. Criando “um dispositivo interno de rede para os operadores de distribuição através de processos rápidos e eficientes; Economia de espaços: uma tape do novo robot (500gb = 30mbpor segundo 25 horas) há uma redução substancial do número de cassetes”. Até Setembro deste ano todos os canais da RTP deverão estar a funcionar sob este novo processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Dr. Francisco Campos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Da Universidade de Santiago de Compostela, o Professor Francisco Campos, apresentou-nos uma visão ‘da T.D.T. até a futura Internet TV’, numa óptica espanhola e europeia. Após alguns dados técnicos sobre as perspectivas do futuro das conexões de internet e suas novas funções, podemos perceber que, quanto mais avanços tecnológicos existem para nos facilitar a vida, continuamos com cada vez menos tempo. Em alguns do slides apresentados, continham informações sobre a visão de uma convergência dos aparelhos tecnológicos de comunicação social, dando origem a uma era digital a partir da segunda década do século XXI.&lt;br /&gt;Não há nada grátis: O tempo é o factor crítico da mudança na economia industrial, a divisa mais valiosa da sociedade pós-industrial é a atenção. A atenção tenderá cada vez mais a centrar-se no preço e, o que o desejo terá que pagar por ela (a atenção), o que supõe pensar mais na qualidade do que na quantidade: &lt;span style="COLOR: rgb(153,255,153)"&gt;Portanto: prestemos atenção ao gratuito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Dr. Jorge Wemans:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Segundo Wemans, a televisão como a conhecíamos há alguns anos passará a ser tratada como meio de comunicação social ‘tradicional’ que possivelmente ocupará em nossas cabeças um lugar ao ‘lado do rádio’. Teremos quase sempre a oferta a comandar a procura: quanto mais tecnologias houver maior será a procura, porque maior a oferta. As tendências indiciam que num prazo mais ou menos curto teremos tudo num mesmo aparelho com possibilidades audiovisuais. Neste campo não basta procurar interpretar o que pode ser o futuro: tem de haver uma opção e uma vontade para vermos o futuro. Além das tendências e da tecnologia, há ainda outras possibilidades e necessidades de termos opções colectivas.&lt;br /&gt;Enquanto essa ‘colectividade organizada’ poderemos ter a opção de dizer se queremos ou não certos programas. No contexto europeu e em Portugal, deveram poder continuar a ter a TV como até então a tem ou optar pelas novas fórmulas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-2216526550336965742?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/2216526550336965742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=2216526550336965742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2216526550336965742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2216526550336965742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/05/o-futuro-da-televiso-e-televiso-do_1422.html' title='O Futuro da Televisão e a Televisão do Futuro'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-2024974338239797385</id><published>2007-04-29T19:43:00.000+01:00</published><updated>2007-05-02T14:26:19.780+01:00</updated><title type='text'>Whoa is Me?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Então. Como nos vêem fora de casa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho me tornado cada vez mais eremita, tenho sentido menos necessidade de convivência com ‘pessoas reais’, mas em minha “janela” para o mundo, sempre ligada, vivo a transitar por entre páginas de livros muitas vezes não bem escritos, que não me afastam de buscar algo novo para pensar. Faz quanto tempo que não encontro alguém realmente impressionante, daquelas pessoas que você perderia tardes a conversar sobre os mais diversos assuntos. A quanto tempo não encontro alguém que me diga algo que ainda não sei, ou pelo menos me mostre uma maneira nova de enxergar o que já sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, sei que não posso achar essas coisas vivendo no isolamento, mas depois de algum tempo você começa a perceber que não devemos procurar as coisas. A muito percebi, que os melhores amigos que eu já havia feito na vida, apareceram sem que eu os procurasse, não os fui buscar em parte alguma. Mas agora, vivendo aqui, longe de casa como vivo, acho que cresci em alguns aspectos. Já percebo o mundo de uma outra maneira e espero que esta me seja útil. Já não vejo meu país como antes, já não vejo o povo e suas atitudes como antes. Tornei-me um estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter experimentado o sabor dos preconceitos, meus olhos estão mais eficientes e ouvidos ficaram mais atentos. Eu poucas vezes fui directamente alvo de situações em que o preconceito manifestou-se, mas para uma boa compensação, alguns anos de leitura deixaram-me muito sensível, ao ponto de me magoar com a dor alheia. Meu estômago não consegue digerir os sapos ao molho de bacalhau, servidos ainda quentes por uma sociedade tão frágil e corrompida quanto a que pertenço. O que me causa confusão é que realmente não estamos certos, o tempo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meios de comunicação venderam uma imagem desagradável do Brasil. Algumas pessoas ainda pensam que sei capoeira ou que danço samba. Algo que até gostaria de saber, não seria mal, verdadeira pena nunca ter levado jeito. No entanto, não foram essas pequenas ideias preconcebidas que fizeram-me perceber outros tipos de juízos que são feitos de nós. Quando ainda morava em Salvador, lembro-me sempre de ter ajudado os estrangeiros que necessitavam de informações (claro que dentro das possibilidades do meu inglês) na altura, não sabia muito (ainda hoje não sei muito, mas que se importa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas acho que como eu, quase todos no Brasil, tem esse espírito solidário e boa disposição para ajudar, informar e muitas vezes existem até aqueles dispostos a carregar sacolas na ladeira da Lapa. Enquanto isso, noutros locais do mundo, você é visto como? Posso dizer que a imagem do povo sempre alegre e bem-disposto, não é só o que vêem, nem tão pouco a imagem dos exímios dançarinos carnavalescos ou lutadores de capoeira, nosso povo tem antes disso uma imagem de gente que não se deve dar muita confiança, claro, nem todos pensam assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui, ainda não vi se quer um único brasileiro trabalhando perto de uma caixa registradora, não é desconfiança, é que nossas notas em matemática devem ser ruins. Algumas lojas de produtos de valores agregados, evitam a contratação de imigrantes brasileiros. Somos desajeitados, pode ser que venhamos a partir qualquer coisa por lá. Agora já como um cliente, somos muito bem tratados. Em algumas lojas, quando percebem que você é brasileiro, prontamente um segurança começa a segui-lo para que você não se perca. Particularmente, acho muito educado da parte deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pessoalmente, tive um incidente numa loja de produtos da China, fui seguido de perto pelo proprietário da loja que insistiu em dar mais atenção do que eu julgava necessário. Como todos os que me conhecem podem prever, o desfecho final não foi muito engraçado. Quantas vezes, quando trabalhava no “Palmeiras Café”, fui questionado “…este troco está certo?”. Portugueses marotos, sempre desconfiados de nossas capacidades matemáticas. Por fim, penso que esse acolhimento é uma coisa muito boa, faz você sentir-se como na casa do tio Zeca, Irmão da avó do&lt;br /&gt;primo do seu pai (o típico parente que você só conhece em funerais, e nunca mais vê).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não posso mandar só abaixo isso aqui, temos que perceber onde estamos, nessa relação entre proprietários e inquilinos, nos brasileiros somos realmente grande invasores, as taxas de desemprego no velho continente nunca estiveram tão altas, mas não é só o desemprego que ajudamos a aumentar. Actualmente, mais de metade das famílias não têm qualquer filho e 24% optam por ter um único filho. Apenas 3% dos casais têm três ou mais filhos. A taxa de natalidade que caminhava abaixo dos 0,3 filhos por casal, após a chegada das levas de imigrantes, já está em qualquer coisa na ordem dos 1,1. São realmente dados oficiais. Os canais portugueses são chatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que quando estamos na casa de outros, temos que realmente agir com certa formalidade e na questão formalidade somos realmente mestres. Nenhum povo do mundo consegue a façanha de por o carro parado numa esquina, sobre uma faixa de pedestres, em frente a um semáforo, com o som alto no melhor estilo do “Funk Carioca”, com as letras acompanhadas na íntegra, pelos 8 ocupantes do dito veiculo. Esse tipo de coisa me faz pensar no que estava passando pela cabeça do Fernando Henrique Cardoso quando chamou os Brasileiros de “matutos”. Não me lembro em que contexto aconteceu, mas tenho certeza que tornaria o argumento mais forte se ele tivesse ilustrado com um exemplo de um brasileiro atendendo o celular nos comboios portugueses. Realmente bizarro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa feita no Aeroporto de Madrid, um casal Norte-americano conversava comigo sobre o preconceito que os brasileiros sofrem na Espanha, apesar de ter muito pouca afinidade com o povo anglo-saxão, a conversa desenrolava-se bem, até que em determinado momento fomos interrompidos por uma senhora brasileira, (que as vezes parecia um senhor). Ela dizia como era sua vida na Alemanha. Com um daqueles portugueses (língua) bizarros, intercalados com os longos abanares de suas longas unhas vermelhas, contava-nos que no começo foi muito mal tratada, e como seu sofrimento havia acabado quando que por encanto conheceu o Hanz(?) seu actual marido e que agora com cidadania alemã, sentia-se a vontade, para “armar o barraco” onde quer que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Cardoso me parece as vezes ter razão na questão da nossa “matutagem”, depois que vi o documentário “Muito Alem do Cidadão Kane” feito pela BBC de Londres, sobre o Brasil, descobri quem realmente sou. Sou apenas um coitado, manobrado pelo canal que foi escolhido pelo controle remoto que está na minha mão. Por aqui há mendigos que falam 3 idiomas e com muita dificuldade você se forma no Brasil e leva para o caixão dúvidas de português entre o “mau com u e mal com l”. Como é possível que caminhemos contando carnavais? Fazendo festinhas aos desconhecidos. Vendo um alguém especial em quem muitas vezes é muito menos especial que você, o grande herói quotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quis ter nesse texto uma opinião agressiva, apenas coloquei algumas coisas que rondam a minha cabeça desde que cá cheguei, é uma pena que nosso país seja tão grande que nos fez perder a noção de civilidade. É realmente triste ver que poucos sabem cantar o Hino Nacional ou o da Bandeira, vá lá que isso não lhe valha de muito, é verdade. Somos o país mais desorganizado do mundo, nenhuma geografia é tão complexa como a nossa. A nossa fórmula de república é altamente estranha. Somos forçados a comer a programação do legado ditatorial do Dr. Marinho e de sobremesa as suas cópias toscas. Por isso não é de admirar o nosso modo de viver e o nosso jeitinho brasileiro. Estamos nos tornando um retrato da novela da 20:00h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo vocês com algumas perguntas que sempre ouço, quando tenho ânimo para conversar com o povo na faculdade: Não há classe média no Brasil? Não é normal os homossexuais beijarem-se nos Shopping Centers ou em locais públicos? Não há muitos negros no Brasil, pois não? Quer dizer que vossas novelas não reflectem vossa realidade? Quer dizer que vocês não são tão liberais quando pensamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você se conhece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-2024974338239797385?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/2024974338239797385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=2024974338239797385' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2024974338239797385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/2024974338239797385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/04/whoa-is-me.html' title='Whoa is Me?'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-4044839539749918903</id><published>2007-03-19T15:29:00.000Z</published><updated>2007-03-23T19:54:03.979Z</updated><title type='text'>Soon this all will come to an end...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt;Sinto-me &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt;ainda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt; muito pequeno para responder tais perguntas, meu senhor&lt;br /&gt;( Duarte Seder)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Análise de excerto de Julia KRISTEVA em seu livro História da linguagem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é a Linguagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pode e deve ser substituída por uma outra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que devemos pensar a Linguagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo a que chamamos linguagem tem uma história que se desenrola no tempo. Cada época/civilização vê a linguagem em função dos moldes que a formam a si mesma. Se no séc. XVIII predominava uma visão teológica da linguagem (origem cristã), no séc. XIX a linguagem era tida, por uma perspectiva historicista, como uma evolução que teria ocorrido ao longo dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Hoje em dia vêem a linguagem como um sistema e sob uma perspectiva do seu funcionamento’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que existe um Pensamento independente da Linguagem?&lt;br /&gt;A Linguagem é, ela própria, Pensamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São algumas das perguntas lançadas pela autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linguística - termo usado pela primeira vez em 1916 - supõe a linguagem como objecto de ciência e ensina as leis do seu funcionamento. Quando falamos em linguagem, falamos em demarcação, significação e em comunicação. Neste sentido podemos afirmar que todas as práticas humanas são tipos de linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linguagem, a Língua, a Fala, O Discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem é um sistema complexo onde se misturam materialmente os sons articulados da fala, a rede de marcas da escrita e o jogo de gestos presentes na gestualidade. Simultaneamente a linguagem é para o pensamento o modo de ser, a sua realidade e a sua realização. Ou seja a linguagem é a matéria do próprio pensamento e factor essencial à comunicação social e logo fundamental à existência de uma sociedade. Não há sociedade sem comunicação. O homem fala e isso quer dizer que é um ‘animal social’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Falar é falar-se”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As funções da linguagem são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Produzir e exprimir um pensamento (a linguagem é o único modo de ser do pensamento e, ‘hoje em dia’, não existe um pensamento extra linguístico)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comunicar Não pode existir uma destas funções sem a outra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem é um sistema com regras precisas de funcionamento, uma estrutura determinada e transformações estruturais que obedecem a leis estritas. A linguagem é também um processo de comunicação de uma mensagem entre dois sujeitos falantes, pelo menos, sendo um o destinador ou o emissor, e o outro, o destinatário ou o receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada sujeito falante é simultaneamente o destinador e o destinatário da sua própria mensagem. Assim, a mensagem destinada ao outro é destinada em primeiro lugar a quem fala; onde se conclui que falar é falar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua é a parte social da linguagem, exterior ao indivíduo; não pode ser modificada pelo indivíduo falante e parece obedecer às leis do contrato social que é reconhecido por todos os membros da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fala, são combinações individuais, pessoais, produzidas pelos sujeitos falantes e os actos de fonação necessários à execução dessas combinações; é ‘sempre individual e o indivíduo é sempre senhor dela’, e como disse Saussure, é ‘um acto individual de vontade e de inteligência’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas partes são inseparáveis uma da outra. Para que a fala se possa produzir, a língua é necessária anteriormente, mas ao mesmo tempo não há língua em abstracto sem o seu exercício na fala. São assim necessárias duas linguísticas inseparáveis uma da outra: linguística da língua e linguística da fala. O termo discurso designa de um modo rigoroso, e sem ambiguidade, a manifestação da língua na comunicação viva e designa também qualquer enunciação que integre nas suas estruturas o locutor e o auditor, com o desejo do primeiro de influenciar o segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O signo linguístico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários pensadores e escolas concordam que o signo é a ideia fundamental da língua. As palavras estão associadas unicamente às coisas que elas significam. O signo por vezes vem substituir um facto ou um objecto evocando numa pessoa, este mesmo objecto ou facto ausente. O signo parece obedecer a uma convenção ou um contrato entre as coisas e os seus significados, e á forma falada da sua existência. No caso, o signo age como intermediário entre a coisa ausente e nós. Podemos dizer teoricamente, que os signos estão na origem de qualquer simbolismo, pois os primeiros tipos de simbolismos são na linguagem e pela linguagem, raciocinando assim, Peirce conseguiu classificá-los em três categorias: o ícone, o índice e o símbolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ícone&lt;/span&gt; refere-se ao simbolizado pela sua semelhança com ele, como um desenho de um objecto que nos vem trazer ao pensamento a imagem do objecto real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;índice&lt;/span&gt;, não se parece com o objecto, mas é basicamente afectado por ele, como o fumo e o fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;símbolo&lt;/span&gt; baseia-se numa convenção, numa espécie de lei como os símbolos da cabala para um judeu, o crucifixo para um católico, o olho de órus para um místico. Embora o desenvolvimento de Peirce tenha sido de suma importância, é a Saussure, que devemos o primeiro estudo científico e exaustivo sobre o signo linguístico no seu Curso de Linguística Geral (1916). Aqui ele observa que é impossível conceber que o signo linguístico associa uma coisa a um nome, ‘a ligação que o signo estabelece é entre o conceito e a imagem acústica’. Imagem acústica não é o som e sim a marca psíquica desse som, e é o nosso sentido que dá essa representação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, Saussure diz que o signo é uma realidade com duas faces, sendo um o conceito propriamente dito, e a outra a imagem acústica. Enfim, para Saussure, ‘o signo linguístico é definido pela relação significante-significado, da qual é excluído o objecto designado sob o termo de referente’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos postulados de base da linguística, indica que o significante não tem relação com o significado, como no texto é citado o exemplo da palavra pedra, que em cada idioma tem um formato, mas que é obedecido voluntariamente por todos o sujeitos que falam o mesmo idioma, mesmo não havendo um motivo real para ligar o significante e o significado. Saussure define-os como não motivados, mesmo que as onomatopeias e certas exclamações que parecem imitar os padrões simbolizados nos pareçam motivados, não são suficientes para suprimir este postulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim a teoria, diz que a palavra não pode ser pensada como unidade mínima da língua, porque a palavra só ganha efeito completo quando está inserida numa frase, por outro lado a mesma palavra poderá ser decomposta numa unidade ainda menor, os morfonemas, eles mesmos, são portadores de significado, pois juntos constituem o significado da palavra. O próprio Martinet, diz que na semiologia não há necessidade de palavras e propõe que substituamos a noção de palavra pela de sintagma, grupo de vários monemas, tentando assim encontrar os traços fundamentais da linguagem humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-4044839539749918903?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/4044839539749918903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/4044839539749918903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/03/soon-this-all-will-come-to-end.html' title='Soon this all will come to an end...'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-6176866984975476885</id><published>2007-03-03T21:11:00.000Z</published><updated>2007-03-03T21:16:14.865Z</updated><title type='text'>Planting Seeds</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Look at what I have found&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;font-size:85%;" &gt; A seashell in a sea of shells..."&lt;br /&gt;(dredg)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A vida é uma estrada na qual nos encontramos como viajantes. Atrás de nós está o nosso começo imediato, o nascimento, uma vasta eternidade. À nossa frente está outra inefável e vasta eternidade, a morte, um mistério que infunde medo ou é aceito com compreensão - dependendo das experiências que tenhamos durante esta fase da existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não pedimos esta vida e, todavia, não a poderíamos ter recusado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Muitos homens e mulheres entregam-se à influências do seu ambiente. Deixam-se levar, ou são impelidos ao longo dessa estrada da vida. São como bolas de neve rolando a uma incrível velocidade pelas encostas de uma grande montanha. Em dado momento estão livres no espaço e, encontrando poucos obstáculos, ou nenhum, não se preocupam. Pouco depois, são vítmas de acontecimentos e situações imprevistos. São incapazes de evitar essas condições ou de superá-las. Dessa maneira, passam os anos conjeturando, de quando em vez, se as vicissitudes da vida, a amargura, as dores, valem o seu preço, valem os prazeres ocasionais e lampejos de paz mental que lhes advêm. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-6176866984975476885?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/6176866984975476885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=6176866984975476885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6176866984975476885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/6176866984975476885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/03/planting-seeds.html' title='Planting Seeds'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-1655932829598425848</id><published>2007-02-03T16:39:00.000Z</published><updated>2007-02-04T20:25:06.888Z</updated><title type='text'>Penguins in the Desert</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Me Chamou?&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);"&gt;...the river is damned,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);"&gt;I can't recorrect my path.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 255, 153);"&gt;(dredg)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida sobre a terra tem se tornado mais áspera e somos forçados cotidianamente a vestir máscaras deste carnaval de cores fortes e alegres, fazendo com que se apague nas mais comuns situações, a nossa verdadeira individualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais, dentro do meu peito me surge uma sensação de solidão, mesmo em meio a uma multidão de pessoas, nessa metrópoles infladas e cheia de vida social. Eu parece não estou aqui, falta sintonia no meu eu e nessa multidão. O meu “eu” não quer participar dessa semelhança, desse falso moralismo, da podridão social que me leva sempre a conviver aceitosamente a barbáries humanas, como a fome de um outro, que é ridiculamente transformada em números de uma larga estatística, para assim ser mais fácil de aceitar. Os números são frios, eles não choram, eles não te olham com olhos cinzentos e roupas sujas na ruas de você passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir-se só, talvez seja a sua única maneira que eu arranjei de gritar, um grito que, por vezes não tem palavras, não é entendido e nem tão pouco aceito. A máscara social em nosso rosto força-nos a um sorriso, a um “bom dia”, maldito seja ele. O meu “eu” não quer participar, mas ele também não sabe ficar de fora e se despir de sua máscara enfeitada. O meu “eu” será sempre um pinguim no meio desse deserto deserto. Sempre deslocado. Nunca em uma tribo e sempre só, mesmo com todo mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu vim de longe e quero ir para longe. Sinto mesmo que sou algo fora disso. Já agora onde fica a porta? Onde fica a rua? Aquela que leva ao frio, pois antes o frio que o ódio, antes a morte que aceitar, antes mesmo esquecer, mas meu mal é que tenho tão boa memória…&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-1655932829598425848?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/1655932829598425848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=1655932829598425848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1655932829598425848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1655932829598425848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/02/penguins-in-desert.html' title='Penguins in the Desert'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8637003782791267515.post-1683250408330861163</id><published>2007-02-01T20:23:00.000Z</published><updated>2007-02-01T20:55:55.066Z</updated><title type='text'>Off the Room</title><content type='html'>Bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei bem como começar isso, a tanto por dizer que ultimamente me perco por entre as palavras. São dias frios aqui em LX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem...&lt;br /&gt;Fica para a próxima o começo disso tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8637003782791267515-1683250408330861163?l=aoperaacabou.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/feeds/1683250408330861163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8637003782791267515&amp;postID=1683250408330861163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1683250408330861163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8637003782791267515/posts/default/1683250408330861163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aoperaacabou.blogspot.com/2007/02/dawn-of-my-awakening.html' title='Off the Room'/><author><name>Wendell Fernandes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Tl1VpDIZTn8/SqkwzyQZ7mI/AAAAAAAACGc/ltRi63G-9MY/S220/Din+-+Imagem+1.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
